Nariz entupido é a queixa mais comum da ORL — um terço dos adultos. A pergunta que resolve quase tudo: é dos dois lados e alterna, ou é de um lado só e fixo? Depois, olhar (sem espéculo primeiro) e separar mucosa de estrutura: septo e válvula são as causas estruturais que o capítulo da professora destaca.
Rotinas · cap. 4.11 A obstrução nasal atinge cerca de um terço dos adultos em nosso meio e piora a qualidade de vida e do sono (cefaleia, fadiga, sonolência diurna). É um sintoma, não um diagnóstico: pode ter fatores estruturais, de mucosa e psicológicos. Na criança em crescimento, a respiração oral de suplência se associa a terço inferior da face alongado, palato ogival, mordida cruzada posterior e overjet.
Rotinas · cap. 4.11 A área valvular (ostium internum) é a região mais estreita da cavidade nasal e a de maior resistência ao fluxo. Pela lei de Poiseuille, pequenas reduções de raio ali geram grande aumento de resistência. Por isso, desvios de septo nos primeiros 3 cm da cavidade (área valvular) obstruem mais.
As conchas de um lado incham enquanto as do outro desincham, alternando a cada poucas horas. Literatura geral
Classicamente “respirador nasal obrigatório”; hoje se sabe que ~40% dos bebês conseguem respirar pela boca já nos primeiros dias. Rotinas · cap. 4.9
Rotinas · Semiologia A obstrução nasal é uma das queixas mais comuns e de maior impacto, mas é subjetiva, o que dificulta critérios diagnósticos. Ela é muitas vezes culpada, injustamente, pela respiração oral: muitos respiradores orais de longa data têm nariz funcionante (ver seção 07).
Rotinas · Semiologia Acrescente: variação entre os lados, relação com a posição (decúbito × ortostatismo), exposição a alimentos, odores ou químicos e sintomas associados (coriza, espirros, prurido, sangramento, dor, alteração da pirâmide nasal). O objetivo é separar quadros estáticos × dinâmicos, sazonais × perenes, uni × bilaterais.
| Pergunta | Resposta | Pensar em |
|---|---|---|
| Um lado ou os dois? | Bilateral, alterna de lado | Causa mucosa: rinites, hipertrofia de conchas |
| Unilateral e fixa | Causa estrutural ou massa: desvio de septo, corpo estranho, pólipo antrocoanal, tumor, atresia de coana unilateral | |
| Desde quando? | Desde o nascimento | Atresia de coana, estenose da abertura piriforme, dacriocistocele |
| Após trauma ou cirurgia | Desvio de septo, insuficiência de válvula secundária; hematoma septal (agudo) | |
| O que vem junto? | Prurido, espirros, coriza clara | Rinite alérgica |
| Perda de olfato, asma | Polipose nasossinusal | |
| Secreção purulenta unilateral com forte mau cheiro | “Na prática, diagnóstico de corpo estranho ou processo expansivo” Rotinas · Semiologia | |
| Obstrução unilateral + rinorreia + epistaxe | Tumor nasossinusal até prova em contrário Rotinas · cap. 4.12 | |
| Ronco, boca aberta, apneia na criança | Hiperplasia de adenoide | |
| Usa algum spray? | Descongestionante nasal todo dia | Rinite medicamentosa |
| Piora ao puxar o ar com força? | A parede lateral “fecha” na inspiração | Insuficiência de válvula nasal (colapso dinâmico) |
Escolha o cenário e veja a hipótese principal e o próximo passo.
Rotinas · Semiologia Material: espéculo nasal de tamanho adequado à narina e iluminação. O não especialista pode usar o otoscópio com o otocone maior: raramente vê todas as estruturas, mas mostra desvios anteriores do septo, a cabeça dos cornetos inferiores, a cor da mucosa e corpos estranhos.

| Pólipo nasal | Concha inferior hipertrofiada | |
|---|---|---|
| Cor | Acinzentado, amarelado, translúcido (“uva sem casca”) | Rosada ou avermelhada; pálida/azulada na rinite alérgica |
| Sensibilidade ao toque | Insensível | Sensível, dói |
| Mobilidade | Móvel, pediculado | Fixa à parede lateral |
| Sangramento | Raro | Sangra fácil |
| Vasoconstritor tópico | Não diminui | Diminui de tamanho |


| Exame | O que o livro diz |
|---|---|
| Endoscopia nasal | Detalha septo e parede lateral e faz o diagnóstico diferencial (Quadro 4.11.3). Quadros agudos típicos não precisam de rotina; dúvida diagnóstica, cronicidade ou suspeita de lesão exigem. |
| Escalas subjetivas (NOSE) | Questionário NOSE (Nasal Obstruction Symptom Evaluation) validado para obstrução nasal e qualidade de vida, mas para grupos (antes × depois, tratamento A × B): uso restrito à pesquisa clínica. |
| Testes objetivos | Pico de fluxo inspiratório nasal, rinomanometria e rinometria acústica (área transversal, mais acurada nos 5 primeiros cm). Não houve correlação entre NOSE e rinometria acústica no pré-operatório de rinosseptoplastia → uso só em pesquisa ou documentação médico-legal, não na prática diária. |
| Espelho de Glatzel / algodão | Halo de embaçamento ou movimento do algodão: uso demonstrativo (mostrar aos acompanhantes). |
| TC | Desvios septais em casos complexos com exame inconclusivo e alterações concomitantes dos seios. Na semiologia: rotina só em complicações de rinossinusite, casos crônicos, confirmação diagnóstica e obrigatória no planejamento cirúrgico. RM complementa suspeita de neoplasia. |
| Radiografia de seios | Em desuso: muitos falso-positivos e falso-negativos; desaconselhada para rinossinusite aguda. Transiluminação: baixa sensibilidade e especificidade. |
| RX de cavum | Serve de triagem para adenoide; o padrão-ouro é a endoscopia flexível (cap. 4.10). |
| Faixa | Causas típicas | Não deixar passar |
|---|---|---|
| Recém-nascido | Inflamatórias (rinite do RN) são as mais comuns; anatômicas mais frequentes: atresia de coana, dacriocistocele, estenose da abertura piriforme Rotinas · cap. 4.9 | Atresia de coanas bilateral: emergência respiratória |
| Criança | Hiperplasia de adenoide (pico 3–10 anos), rinite alérgica, IVAS de repetição | Corpo estranho (2–8 anos; unilateral, fétido); bateria é urgência |
| Adolescente | Rinite alérgica, desvio de septo, pólipo antrocoanal | Nasoangiofibroma juvenil: menino com epistaxe unilateral de repetição |
| Adulto | Desvio de septo, insuficiência de válvula, hipertrofia de conchas, rinites, rinite medicamentosa, polipose | Tumor (unilateral + rinorreia + epistaxe); granulomatoses e cocaína (perfuração septal) |
| Idoso | Envelhecimento da válvula: cartilagem perde elasticidade e tônus, ponta cai, parede lateral enfraquece Rotinas · cap. 4.11 | Neoplasia nasossinusal |
Rotinas · cap. 4.11 O capítulo da professora destaca duas das causas estruturais mais prevalentes de obstrução nasal: o desvio septal e a insuficiência de válvula nasal. O diagnóstico é feito em grande parte no consultório, com história e exame físico.

Qualquer constrição da área valvular, estática ou dinâmica, prejudica a respiração. Classificação: primária (congênita ou adquirida ao longo da vida) ou secundária (a cirurgias ou traumas). Causas neurogênicas (paralisia facial, AVC) denervam a mímica facial e alteram a parede lateral, com sintomas mais evidentes em quem já tinha deformidade. O envelhecimento enfraquece a cartilagem, reduz o tônus, faz a ponta cair e a parede lateral ceder.
Corticoide nasal tópico diário por 3 meses + lavagem nasal com soro fisiológico. Objetivo: reduzir o edema da mucosa e dos cornetos que esteja somando à obstrução.
O tratamento é cirúrgico quando se identifica deformidade anatômica estática ou dinâmica capaz de causar os sintomas. Pode-se atuar no septo, na área valvular ou nos cornetos.
Contraindicar sempre a cirurgia em crianças pequenas “porque altera o crescimento” é, segundo o livro, um grande erro se generalizado. Deve-se intervir quando o desvio dificulta a respiração e principalmente se desvia a pirâmide nasal (em geral desvios caudais). A técnica swinging door (Metzenbaum), com preservação total do mucopericôndrio, realinha o septo sem prejudicar o crescimento. Não operar “condena” a criança a alterações faciais dificilmente corrigíveis no adulto.

| Válvula interna | Válvula externa | |
|---|---|---|
| Onde está o problema | Cartilagem lateral (lateral superior) | Cartilagem alar maior (lateral inferior) |
| Primária | Característica intrínseca do nariz (p. ex., nariz caucasiano) | Primária ou secundária |
| Secundária | Ressecção exagerada da cartilagem lateral em cirurgia prévia | Ressecção prévia exagerada da cartilagem (Fig. 4.11.5) |
| Correção | Enxertos alargadores do dorso (spreader grafts) ou asa de borboleta | Reconstituir o formato com enxertos de cartilagem septal ou da concha auricular: alar batten graft e asa de gaivota |






Primeiro a via aérea: com ela assegurada, a avaliação segue com calma. Na história: início, progressão, fatores de piora e alívio, medicações, crises de cianose, mamada; gestação (drogas, ISTs), parto (fórceps, Apgar) e outras malformações (podem sugerir síndrome).




Sintomas obstrutivos intensos logo ao nascer.
65% dos casos; idade média ao diagnóstico em um estudo: 33 meses.
Antes: óssea, mista ou membranosa.
A associação mais comum (Quadro 4.9.1).




Aqui só o que importa para obstrução nasal; a indicação de cirurgia e o resto do anel de Waldeyer estão em Faringotonsilites. A adenoide fica na parede posterossuperior da rinofaringe, entre os toros tubários, sem cápsula. Maior atividade e aumento fisiológico entre 3 e 10 anos, com involução na puberdade. O problema é a relação conteúdo (adenoide) × continente (rinofaringe): a nasofaringe da criança é pequena e achatada e cresce com a face.


Resumo do Quadro 4.10.2 (evolução das manifestações da obstrução nasal crônica por adenoide). Rotinas · cap. 4.10
Mais comum entre 2 e 8 anos (fase de exploração) e em pacientes institucionalizados. No adulto pode ser voluntário ou acidental (sobretudo insetos). Localização mais frequente: soalho nasal, logo abaixo da concha inferior; outra comum: imediatamente anterior à concha média. Complicações principais citadas: epistaxe, asma e infecções broncopulmonares por aspiração.

| Tipo | O que saber |
|---|---|
| Inanimado | Espuma, plástico, feijão, papel. Alguns inertes ficam anos; a maioria congestiona a mucosa e pode causar necrose, ulceração, epistaxe e odor fétido. |
| Rinólito | Corpo estranho antigo incrustado por cálcio, fosfato de magnésio e carbonato. No soalho, radiopaco, massa endurecida acinzentada; muitas vezes achado de exame de imagem. Confirmação por TC. |
| Bateria | Atenção especial: metais pesados causam lesão por pressão e queimadura com necrose → perfuração septal, sinéquias e estenose. |
| Animado | Miíase, áscaris, insetos. Larvas em institucionalizados; sintomas tendem a ser bilaterais (obstrução, cefaleia, espirros, secreção serossanguinolenta) e pode haver destruição de mucosa, osso e cartilagem. |






Complicações (dependem da natureza, tempo de permanência, manipulação prévia e cooperação): lesão de mucosa, sangramento, infecção, aspiração, perfuração septal, deformidade nasal. Teoria × prática: ainda se trata como rinossinusite a secreção unilateral fétida sem investigar. Rotinas · cap. 4.6

Literatura geral Esta seção não está nos capítulos revisados; rinites e rinossinusites têm capítulos próprios, tratados na nota Rinite e rinossinusite.
A causa mais comum de obstrução bilateral.
Obstrução de rebote pelo uso contínuo de descongestionante tópico (oximetazolina, nafazolina).

Rotinas · cap. 4.12 Incomuns, mas devastadores se o diagnóstico atrasa. Os sintomas iniciais são inespecíficos e muitos pacientes são tratados por meses como rinossinusite ou alergia. O sintoma mais comum, em benignos e malignos, é a obstrução nasal unilateral, seguida de rinorreia e epistaxe.
Hemangiopericitoma e ameloblastoma podem ser considerados benignos ou malignos conforme a classificação adotada.
Transcrição da Figura 4.12.4 (fluxograma dos tumores malignos).


| Tumor | Pontos do livro |
|---|---|
| Nasoangiofibroma juvenil | Ressecção endoscópica como 1ª linha; embolização pré-operatória diminui sangramento e morbidade. Tipicamente adolescente masculino com obstrução e epistaxe unilateral Literatura geral. |
| Papiloma invertido | Ressecção endoscópica como 1ª linha. Remover tumor + mucosa normal adjacente + inserção, e brocar o osso da inserção (broca diamantada) para evitar recidiva. Mandar muitos fragmentos ao patologista: pode haver ilhas de malignização. |
| Osteoma | O mais frequente dos fibro-ósseos. Muitas vezes assintomático (achado); se sintomático, cefaleia por obstrução de óstio. Operar só se crescimento rápido, cefaleia importante ou deformidade. |
| Displasia fibrosa | Surge nas duas primeiras décadas e estabiliza após a puberdade. Monostótica costuma ser assintomática → observar. Cirurgia se estética ou sintomas (p. ex., perda visual → descompressão endoscópica do canal óptico). |
| Fibroma ossificante | Comportamento agressivo; forma juvenil é a mais agressiva. Na mandíbula assintomática pode acompanhar; no trato nasossinusal, ressecção total (alta recidiva); lesões grandes, midfacial degloving. |


| Lesão | Quem | Pista | Conduta-chave |
|---|---|---|---|
| Carcinoma espinocelular | Adulto > 50 anos | Mais em seio maxilar; sintomas tardios (dormência da bochecha, dentes amolecendo) | Fluxo acima |
| Granulomatose com poliangiite | Adulto | Crostas, epistaxe, perfuração septal, nariz em sela, rim/pulmão | c-ANCA, biópsia, imunossupressão |
| Uso de cocaína | Adulto jovem | Perfuração de septo, crostas | Anamnese direta, sem julgamento |
| Medida | Para quê | Cuidados |
|---|---|---|
| Lavagem com soro | Todos: remove secreção e crostas | Soro isotônico ou hipertônico; seguro em qualquer idade |
| Corticoide tópico nasal | 1ª linha na rinite; teste de 3 meses antes de cirurgia de septo/válvula (Rotinas) | Apontar o jato para a parede lateral, longe do septo. No RN, só por curto período (fora de bula; Rotinas 4.9) |
| Anti-histamínico oral | Prurido, espirros, coriza da rinite alérgica | Pouco efeito na obstrução; preferir 2ª geração |
| Descongestionante tópico | Alívio pontual | Poucos dias (rinite medicamentosa). No RN, diluído em soro e por poucos dias (Rotinas 4.9) |
| Descongestionante oral | Alívio curto | Evitar em hipertensos, cardiopatas, glaucoma e crianças |
| Fita dilatadora nasal | Aumenta a área valvular | Também teste terapêutico antes de cirurgia de válvula (Rotinas 4.11) |
Literatura geral A rinoplastia muda a forma do nariz; a rinosseptoplastia junta forma e função. O planejamento é quase todo clínico: entender o que o paciente quer, se o nariz respira bem e medir as proporções da face.

Escolha a vista e veja o que se mede nela. Valores são referências médias, não regra rígida: variam com etnia, sexo e gosto do paciente.
Por quê: pela lei de Poiseuille, pequenas reduções na área valvular (a mais estreita) aumentam muito a resistência; por isso desvios nos primeiros 3 cm obstruem mais. Já a rinometria acústica não se correlacionou com o NOSE no pré-operatório de rinosseptoplastia e fica restrita a pesquisa e documentação médico-legal.
Obstrução nasal é sintoma subjetivo: exames objetivos não substituem história e exame físico.
Por quê: o livro considera válida a tentativa clínica antes da cirurgia para reduzir o edema de mucosa e cornetos: corticoide nasal tópico diário por três meses + lavagem com soro. A cirurgia é indicada quando há deformidade anatômica capaz de explicar os sintomas.
O desvio de um lado + corneto grande do outro explica por que tantos pacientes com desvio sentem obstrução bilateral.
Por quê: o livro chama de “grande erro, se generalizado” contraindicar a septoplastia na infância. Deve-se intervir quando o desvio dificulta a respiração e principalmente se desvia a pirâmide (desvios caudais), com técnica conservadora (swinging door/Metzenbaum, preservando mucopericôndrio).
Interna → spreader/borboleta. Externa → batten/gaivota.
Por quê: dificuldade de progredir a sonda após alguns centímetros (em geral 3 cm) sugere alteração posterior, como atresia de coana; sem melhora com descongestionante, a causa não é inflamatória. A endoscopia define o diagnóstico e a TC (exame de escolha para atresia e estenoses) define o padrão da placa.
Unilateral é 65% das atresias e costuma ser diagnosticada tarde (média 33 meses), com secreção do mesmo lado.
Por quê: obstrução unilateral é o sintoma mais observado, seguida de rinorreia e epistaxe. NAF, osteoma e displasia fibrosa têm imagem característica e dispensam biópsia. As outras biópsias não devem ser ambulatoriais (risco de sangramento), e a imagem vem antes. Tabaco e álcool têm pouco papel; poeira de madeira é grande risco para adenocarcinoma.
Endoscopia → imagem (TC com contraste/RM) → biópsia → estadiamento e equipe → tratamento.
Por quê: postura de boca aberta não é sinônimo de respiração oral. Sem obstrução documentada, o tratamento é multidisciplinar: ortodontia (padrão facial e oclusão) e reabilitação miofuncional com fonoaudiólogo, que o livro chama de mandatória (propriocepção, vedamento labial, tônus, mastigação, deglutição e posição da língua).
Boca aberta sem obstrução: síndromes genéticas, distúrbios neuromusculares ou hábito após tratar a obstrução.
A área valvular é a mais estreita e de maior resistência (Poiseuille). Desvio nos primeiros 3 cm obstrui mais. Septo e válvula são as causas estruturais mais prevalentes.
Inspeção em repouso e na inspiração, palpação da ponta, Cottle e Brachman, rinoscopia sem espéculo primeiro, vasoconstritor (melhorou = cornetos), fita dilatadora como teste.
Corticoide tópico 3 meses + lavagem. Septoplastia se desvio obstrutivo (NOSE 67,5 → 23,1), inclusive na criança. Interna: spreader/borboleta; externa: batten/gaivota. Fracasso = diagnóstico errado do local.
Inflamatória é o mais comum. Sonda 6 Fr: para na entrada = EAPA; para em ~3 cm = atresia de coana (65% unilateral, CHARGE). Endoscopia em todos; TC para osso, RM para massa.
Criança: corpo estranho (bateria é urgência). Adulto: tumor. Endoscopia → TC com contraste/RM → biópsia em centro cirúrgico; NAF, osteoma e displasia fibrosa dispensam biópsia.
Boca aberta sem obstrução = fono + ortodontia. Rinoplastia: o livro cobre a parte funcional (válvula, septo, cirurgia prévia); ângulos e proporções são literatura geral.